Diagnóstico do banco
Quando a aplicação fica lenta e a suspeita cai no banco, o diagnóstico responde a pergunta seguinte: lento por quê? As ferramentas ficam em Gerenciar, a partir de uma conta de acesso.
Isto é diferente de Métricas: métricas mostram CPU, memória e disco ao longo do tempo; o diagnóstico olha o que o banco está fazendo agora.
Visão geral
A primeira tela responde o básico de saúde:
| Indicador | Para que serve |
|---|---|
| Conexões | Quantas estão abertas. Se bate no limite, a aplicação começa a receber erro de conexão. |
| Taxa de acerto de cache | Quanto o banco responde da memória em vez do disco. Caindo, costuma significar que os dados cresceram além da RAM. |
| Commits e rollbacks | Muito rollback é sinal de erro na aplicação ou de conflito. |
| Deadlocks | Duas transações travando uma à outra. Qualquer número acima de zero merece investigação. |
| Tamanho | Quanto o banco ocupa em disco. |
| Tempo no ar | Há quanto tempo o servidor está de pé. Reinício inesperado aparece aqui. |
Travas
Lista as travas ativas. É a ferramenta certa quando uma consulta "não termina": normalmente ela está esperando outra transação soltar o que pegou.
Sessões
Mostra as sessões abertas e o que cada uma está fazendo. Serve para achar a conexão esquecida que segura uma transação aberta há horas — causa clássica de trava.
Configurações do servidor
Os parâmetros efetivos do banco, como ele está rodando agora. Útil para conferir um limite antes de culpar a aplicação.
Redis
O Redis tem ferramentas próprias, porque os problemas dele são outros:
- Informações do servidor — o retrato geral da instância.
- Chaves que mais ocupam memória — o Redis vive de RAM, e quase todo problema de memória se resolve achando a chave gigante que ninguém esperava.
- Consultas lentas — o histórico de comandos que demoraram mais que o limite configurado.
- Console de comandos — para rodar um comando direto na instância, quando você já sabe o que procurar.
FLUSHALL apaga tudo, e não há desfazer.Próximo passo
Achou a consulta culpada? O editor SQL ajuda a testar a correção, e a estrutura mostra se falta um índice.
